Translation of "ravil" into Italian

ravil is the translation of "ravil" into Italian. Sample translated sentence: 43 Ora, afigura‐se que na Lei 553/1977 não foi previsto, relativamente às uvas secas da variedade «Vostizza» que beneficia de uma DOP, um caderno de encargos do tipo do que foi previsto pelas legislações nacionais em causa nos processos nos quais foram proferidos os acórdãos, já referidos, Ravil e Consorzio del Prosciutto di Parma e Salumificio S. ↔ 43 Orbene, sembra che non sia stato previsto nella legge 553/1977, per quanto riguarda l’uva secca della varietà «Vostizza» che beneficia di una DOP, un disciplinare del tipo di quello previsto dalle normative nazionali in questione nelle cause che hanno dato luogo alle sentenze citate Ravil nonché Consorzio del Prosciutto di Parma e Salumificio S.

ravil
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43 Ora, afigura‐se que na Lei 553/1977 não foi previsto, relativamente às uvas secas da variedade «Vostizza» que beneficia de uma DOP, um caderno de encargos do tipo do que foi previsto pelas legislações nacionais em causa nos processos nos quais foram proferidos os acórdãos, já referidos, Ravil e Consorzio del Prosciutto di Parma e Salumificio S.
43 Orbene, sembra che non sia stato previsto nella legge 553/1977, per quanto riguarda l’uva secca della varietà «Vostizza» che beneficia di una DOP, un disciplinare del tipo di quello previsto dalle normative nazionali in questione nelle cause che hanno dato luogo alle sentenze citate Ravil nonché Consorzio del Prosciutto di Parma e Salumificio S.
21 – O acórdão de 20 de Maio de 2003, Ravil (C‐469/00, Colect., p. I‐5053, n.° 27), recorda que no âmbito do processo de cooperação entre os órgãos jurisdicionais nacionais e o Tribunal de Justiça, instituído pelo artigo 234. ° CE, compete a este dar aos primeiros uma resposta que permita decidir o litígio que lhe foi submetido, podendo reformular a questão (acórdão de 28 de Novembro de 2000, Roquettes Frères, C‐88/99, Colect., p.
21 – La sentenza 20 maggio 2003, causa C‐469/00, Ravil (Racc. pag. I‐5053, punto 27), rammenta che, nell’ambito della procedura di cooperazione tra i giudici nazionali e la Corte istituita dall’art. 234 CE, spetta a quest’ultima fornire al giudice a quo una soluzione utile che consenta di dirimere la controversia sottopostagli; la Corte può riformulare la questione (sentenza 28 novembre 2000, causa C‐88/99, Roquettes Frères, Racc. pag.
14 – V. acórdão de 20 de Maio de 2003, Ravil (C‐469/00, Colect., p. I‐5053, n.° 86 e jurisprudência aí citada), e, com referência em particular à Directiva sobre as marcas, acórdão de 11 de Julho de 1996, Bristol‐Myers Squibb (referido no n.° 31, n. ° 36).
I-5053, punto 86 nonché le sentenze ivi citate), e, con particolare riguardo alla direttiva sui marchi di impresa, 11 luglio 1996, cause riunite C-427/93, C-429/93 e C-436/93, Bristol-Myers Squibb (Racc. pag. I-3457, punto 36).
98 Daí resulta que, uma vez que os tratados bilaterais em causa dizem agora respeito a dois Estados‐Membros, as suas disposições não podem aplicar‐se nas relações entre esses Estados caso se revelem contrárias ao direito comunitário, nomeadamente às regras do Tratado em matéria de livre circulação de mercadorias (v., neste sentido, nomeadamente, acórdão de 20 de Maio de 2003, Ravil, C‐469/00, Colect., p. I‐5053, n.° 37 e jurisprudência citada).
98 Ne consegue che, poiché i trattati bilaterali di cui trattasi riguardano ormai due Stati membri, le loro disposizioni non possono applicarsi nei rapporti fra questi Stati qualora esse si rivelino in contrasto con il diritto comunitario, in particolare con le norme del Trattato sulla libera circolazione delle merci (v. in tal senso, in particolare, sentenza 20 maggio 2003, causa C‐469/00, Ravil, Racc. pag. I‐5053, punto 37 e giurisprudenza ivi citata).
Todas estas decisões reflectem a tendência impulsionada pela legislação europeia para fomentar a qualidade dos produtos no âmbito da política agrícola comum, favorecendo a sua reputação, como expressamente reconhecem os referidos acórdãos Ravil e Consorzio del Prosciutto di Parma e Salumificio S.
Tutte le pronunce appena richiamate riflettono la tendenza manifesta della normativa europea, che vuole valorizzare la qualità dei prodotti nell’ambito della politica agricola comune, preservandone la reputazione, come riconoscono espressamente le citate sentenze Ravil e Consorzio del Prosciutto di Parma e Salumificio S.